quinta-feira, 8 de outubro de 2009

songs to learn and sing

They're back.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Pela porta dos fundos

Ou “O sensor magnético e o corretor ortográfico”

O fenômeno da máquina substituindo a mão-de-obra humana pode até ser marca da Revolução Industrial, coisa de 300 anos atrás, mas eu não consigo dizer que me acostumei com ela. Aliás, não só com a substituição do homem, mas a todo o processo de transformação, da troca do que era físico pelo virtual, do analógico pelo digital, da inteligência humana efetiva pela programação. Do segurança da madrugada pelo sensor magnético acionado por um crachá.

Eu ainda não era revisora quando o corretor ortográfico do Word foi lançado, mas imagino que seria uma enorme ingenuidade supor que o trabalho do revisor pudesse ser substituído pelo falho varredor de erros da Microsoft. Quem revisa não só observa a ortografia, mas organiza melhor as frases, cuida para que os sentidos estejam claros, elimina os clichês e as redundâncias, evita as repetições, mantém adequados os tempos verbais e preza pela coerência, pelo ritmo, pela sonoridade e pela imagem. Mais uma vez, seria absurdo pensar que a atividade pudesse ser substituída.

É por acreditar plenamente que a máquina é incapaz de operar determinadas funções que me frustra viver num mundo em que um sensor com uma luzinha vermelha elimina o emprego de 8 anos de um sujeito responsável, dedicado, atento e honesto, caso de um segurança e recepcionista conhecido meu. Ele era responsável tanto pela guarda noturna de um andar, como por atender o telefone, receber fornecedores, chamar táxi para quem trabalhasse até mais tarde, manter o local organizado e interagir com aqueles que estivessem fazendo serão, tornando aquilo tudo mais humano. Hoje, o trabalho é feito por um leitor de crachás. Mas que trabalho? É o sensor que destrava ou tranca a porta, mas quem é que chama o táxi? Quem é que recebe a McEntrega? Quem é que observa se há um suspeito chegando? Quem é que desliga os aparelhos? E quem é que dá vida ao silêncio mortal de um escritório fechado na madrugada?

Há coisas pelas quais nada posso fazer. Isso me agride. Os momentos em que se engole o desemprego do pai de família criam experiências gástricas, neurológicas e principalmente emocionais desgastantes. Se hoje já é mais raro que se percam os dedos em máquinas operadas manualmente, é mais comum que se perca o emprego, a dignidade e o senso de importância. Espero que haja boas vagas para operadores de câmeras de vigilância nesse mercado tão descuidado.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

4 days (and counting)

Dearly beloved, it is with a heavy heart and a sad face that I say this to you this morning.

As of last Friday the 28th August, I have been forced to leave the Manchester rock'n'roll pop group Oasis.

The details are not important and of too great a number to list. But I feel you have the right to know that the level of verbal and violent intimidation towards me, my family, friends and comrades has become intolerable. And the lack of support and understanding from my management and band mates has left me with no other option than to get me cape and seek pastures new.

I would like firstly to offer my apologies to them kids in Paris who'd paid money and waited all day to see us only to be let down AGAIN by the band. Apologies are probably not enough, I know, but I'm afraid it's all I've got.

While I'm on the subject, I'd like to say to the good people of V Festival that experienced the same thing. Again, I can only apologise - although I don't know why, it was nothing to do with me. I was match fit and ready to be brilliant. Alas, other people in the group weren't up to it.

In closing I would like to thank all the Oasis fans, all over the world. The last 18 years have been truly, truly amazing (and I hate that word, but today is the one time I'll deem it appropriate). A dream come true. I take with me glorious memories.

Now, if you'll excuse me I have a family and a football team to indulge.

I'll see you somewhere down the road. It's been a fuckin' pleasure.

Thanks very much.

Goodbye.

NG.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

and I've been doing just fine

Retomada lenta, gradual e segura do blog. Em preparação para o show de minha banda número 1 já há algum tempo. Top, coisa leve, que é para não cansar.

Cinco daquelas que me farão chorar - e não vou conseguir esconder:

1. Losing Touch
2. This River Is Wild
3. Read My Mind
4. A Dustland Fairytale
5. Bling (Confession of a King)

No trabalho, com este trecho no repeat:
I ain't in no hurry
You go run and tell your friends I'm losing touch
Fill your crown with rumors
Impending doom, it must be true

But you made your way back home
You sold your soul like a roman vagabond
And about how you got lost
but you made your way back home
You went and sold your soul
an allegiance dead and gone
I'm losing touch

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

r.i.p.

terça-feira, 21 de julho de 2009

crazy for it

Minha música preferida do U2 em muitos anos tem um dos clipes mais graciosos de todos os tempos.

Enjoy it.

(que fique claro que a versão crua do álbum me agrada mais)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

sweding

A (bela) música ideal para o dia em que não se deve nem tentar entender o que as pessoas dizem.